segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Qual é a importancia de reciclar

Reciclar papel, vidro, plástico e etc, isso é bom pois acaba com todo o lixo que é destinado todo dia em lixões e aterros sanitários.
A importância de reciclar papel é a mais importante pois salva tantas árvores que são derrubadas todos os dias. Mas se você não sabe reciclar papel coloque uma árvore no lugar da que você derrubou.
E esse é um resuminho sobre a importância da reciclagem



sábado, 9 de novembro de 2013

Filme plástico é reciclável?

Sim
Aquele filme plástico que você usou para embalar um alimento já consumido pode ser reciclado! Portanto, em vez de jogá-lo no lixo comum, mantenha-o em local separado. A natureza agradece, desde que você limpe-o bem antes de destinar.
Coleta seletiva
A alternativa é destiná-lo para reciclagem em pontos de coleta seletiva ou solicitar o serviço de cooperativas.
Fonte : www.ecycle.com.br

Uso do gás CFC

Erro - Ter passado décadas empregando o clorofluorcarbono em geladeiras, aparelhos de ar-condicionado e aerossóis. 

Quem - Indústria de equipamentos de refrigeração. 

Quando - A partir da década de 1930. 

Consequências - Os cientistas foram descobrir meio século depois que a substância não só destruía a camada de ozônio como já tinha feito um rombo gigantesco nela. 


Por mais de 5 décadas, o clorofluorcarbono (CFC) representou uma ameaça silenciosa à vida na Terra. O gás foi sintetizado em 1928, nos EUA, e fez um tremendo sucesso na indústria porque era versátil, barato e fácil de estocar. Passou a ser largamente empregado como gás refrigerante em geladeiras, aparelhos de ar-condicionado e propelentes de aerossol. E assim foi até a década de 1970, quando suspeitou-se que, ao escapar para a atmosfera, ele estava abrindo um rombo enorme na camada de ozônio. 

O debate científico durou mais de 10 anos a partir de 1974, quando a tese foi proposta pela primeira vez, até que o geofísico inglês Joe Farman finalmente comprovasse o fenômeno numa expedição à Antártida - o continente gelado era o que mais estava sofrendo com o fenômeno em meados dos anos 80. O buraco estava lá, tinha quase 30 milhões de quilômetros quadrados e não parava de aumentar. O jeito foi banir o CFC, decisão ratificada em 1987 numa convenção internacional em Viena pela proteção da camada de ozônio. Hoje, o protocolo de banimento do gás tem 191 países signatários. E o esforço tem dado certo: na última década, a velocidade da destruição diminuiu - embora os cientistas calculem que ainda serão necessários 50 anos para que a camada se recupere satisfatoriamente.


Males do Sol sem filtro 
O problema do CFC é que, além de ser 15 mil vezes mais nocivo ao ozônio que o dióxido de carbono (CO2), ele permanece muitos anos na atmosfera. Já o problema da destruição da camada é que, com um buraco aberto nela, a humanidade fica exposta aos males do Sol sem filtro: câncer e mais uma variedade de doenças. A agricultura, os recifes de coral, as populações de plâncton... Tudo isso também sofre - e morre - por causa da maior incidência de raios ultravioleta. Ela altera ambientes, provoca distúrbios ecológicos, fustiga a resistência das espécies e ainda favorece o aquecimento global.


Quase 6 por meia dúzia 
O compromisso assumido pelos países signatários do tratado de banimento era substituir até o fim de 2010 todo o CFC, que ainda é produzido, por outros compostos. A meta não foi atingida, mas dados do programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente indicam que ela não está muito longe de ser alcançada. Veja o exemplo do Brasil: entre 2000 e 2007, o País reduziu em 96,5% seu consumo do gás. 

O substituto para CFC encontrado até aqui não é lá grande coisa. Batizado hidroclorofluorcarbono (HCFC), ele é bem menos nocivo à camada de ozônio, mas também provoca algum estrago. O mais promissor candidato a ocupar seu lugar num futuro próximo é o hidrofluorcarbono (HFC), que não tem cloro em sua composição e, portanto, não ameaça nosso escudo natural. No Brasil a ideia é banir o HCFC até 2040 (leia mais no quadro à esquerda).


Rumo ao banimento 
• O Brasil consome 1,3 mil toneladas de HCFC por ano. Esse volume deve permanecer inalterado até 2013, quando terá início uma redução gradual até o banimento em 2040. 

• A produção do gás foi proibida por aqui em 1999, e sua importação, em 2007. Àquela altura, o País já consumia pouco, apenas 318 toneladas de CFC. No início dos anos 90, eram 11 000. 


Para o bem e para o mal 

• O DDT demora de 4 a 30 anos para se dissipar depois de contaminar a água ou o solo. 

• A substância é classificada como "moderadamente" perigosa pela Organização Mundial de Saúde (OMS). 

• Com sua proibição, milhões de pessoas podem ter morrido de malária, principalmente na África.


Ruim para mosquitos, pior para humanos O pesticida DDT também foi muito usado sem que os cientistas soubessem do mal que ele faz 

Outro inimigo do meio ambiente que foi celebrado pela indústria e pela ciência foi o diclorodifeniltricloroetano, ou DDT. Ao longo de décadas, o pesticida foi maciçamente usado por autoridades de saúde no combate aos mosquitos da dengue e da malária. Como a eficiência era sua maior qualidade, não deu outra: países como Itália e Espanha erradicaram a malária. E o Brasil alcançou a erradicação da dengue, anunciada com pompa em 1950 pelo então presidente, Eurico Gaspar Dutra. O produto conquistou o mercado doméstico, tornando-se tão popular que acabou dando origem ao verbo "dedetizar". 

Em 1962, no entanto, acendeu-se uma luz vermelha. Estudos indicavam que o DDT podia contaminar seriamente o ambiente, pondo em risco a saúde da flora e da fauna desses locais. E pior: seu efeito acumulativo no organismo humano podia levar a doenças graves, entre elas o câncer. Quem deu o alerta foi a bióloga americana Rachel Sprind no livro Primavera Silenciosa (Ed. Gaia). Mas aí já era tarde - um número incalculável de vítimas já estava contaminado ao redor do mundo.

Substituto dos gases CFC, o HFC pode estar aquecendo o planeta

A emissão de hidrofluorcarboneto (HFC) é um dos principais motivos do aumento desproporcional da temperatura da Terra

A emissão de gases de efeito estufa na atmosfera é um assunto que causa preocupação em ambientalistas ao redor do mundo. O perigo do aquecimento globalexiste, embora esteja rodeado de mitos e de incertezas, que acabaram sendo transformadas em previsões catastróficas.
Muitas análises feitas em um passado não muito distante ganharam descrédito nos tempos atuais, e algumas vozes se levantam contra a chamada “indústria do aquecimento global”. Para muitos ambientalistas, o aquecimento global, da forma que é divulgado por determinadas ONGs, não passa de uma estratégia para ganhar dinheiro com o mercado de carbono.
Exageros à parte, a população sabe muito pouco a respeito do real perigo que envolve o efeito estufa. Dessa forma, sem um conhecimento básico sobre o assunto é difícil assumir uma posição. Em outras palavras, a desinformação é prejudicial até para a causa da sustentabilidade.
Efeito estufa: o que o cerca
O efeito estufa é um processo que faz com que o planeta se mantenha aquecido e, dessa forma, possa existir vida e não apenas geleiras na Terra. Mas o grande perigo está na aceleração desse processo, provocado pela atividade humana. Atividades como o desmatamento de florestas e a emissão de gases de efeito estufa têm sido determinantes no desequilíbrio do balanço de energia do sistema atmosférico da Terra, ocasionando maior retenção de energia e o aumento do efeito estufa.
Quando se trata de mudanças climáticas, o dióxido de carbono é o grande vilão da história. Mas, a emissão de outros gases, como o CFC (clorofluorcaboneto), também é responsável por tal aceleramento, uma vez que contribui para a destruição da camada de ozônio. Por conta disso, em 16 de setembro de 1987, foi assinado o Protocolo de Montreal - onde ficou acordado o banimento gradativo do CFC e sua substituição por outros gases que não agredissem a camada de ozônio.
A partir deste novo cenário, o mercado teria de se adaptar à nova realidade e buscar alternativas. Passou-se a usar os hidrofluorcarbonetos (HFC) que, assim como o CFC, são usados para refrigeração (freezers de supermercado, geladeiras, frigoríficos, etc.), mas não prejudicam a camada de ozônio.
Porém, o que parecia ser uma solução acabou não se mostrando assim. Os gases HFC interagem com os gases de efeito estufa, contribuindo para o aquecimento global. Sendo assim, seu uso acaba sendo um agente importante nesse desequilíbrio ambiental.
Hidrofluorcarbonetos (HFC)
O lançamento dos hidrofluorcarbonetos na atmosfera nos últimos 50 anos foi um dos motivos do aumento desproporcional da temperatura da Terra (como atesta o vídeo abaixo). Seu potencial individual e coletivo para contribuir com mudanças climáticas na superfície terrestre pode ser conferido pela sua eficiência radioativa, força radioativa e/ou Potencial de Aquecimento Global (GWP) – que é muito maior que o do dióxido de carbono.
Os gases HFC também podem influir na temperatura da estratosfera, atmosfera e troposfera e são responsáveis por um aumento na temperatura da tropopausa tropical (camada intermediária entre estratosfera e a troposfera) de 0.4 K.
Se, por um lado, o buraco na camada de ozônio está diminuindo desde o Protocolo de Montreal, a temperatura do planeta tem aumentado descontroladamente nas últimas décadas por conta (entre outros fatores) da emissão dos chamados hidrocarbonetos halogenados (entre eles o CFC e o HFC). Cientistas já preveem que ações similares às tomadas com a emissão destes gases deverão ser impostas, pois, caso contrário, o aquecimento previsto para o próximo século será antecipado em aproximadamente 20 anos.
Fonte : www.ecycle.com.br

Recicle a natureza agradece

Vida de Uma Gota

A vida de uma gota tem vários processos, o primeiro processo é quando ela cai nos chuveiros, vão para os ralos e chegam no rio, mas nesse rio tem muita poluição e a gotinha fica muito triste e arrependida de ajudar a humanidade, pois uma hora ela ajudou a humanidade e a humanidade retribui assim, então vamos parar de fazer isso.

Texto inventado pelo dono do blog

Essas fotos provam como os humanos são ruins com as água :

  Rio Tiete

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Cientistas transformam sacolas plásticas em nanomaterial supertecnológico

Pesquisadores da Universidade de Adelaide (Austrália) desenvolveram um processo para transformar sacos plásticos usados em um nanomaterial de alta tecnologia.
Eles conseguiram transformar sacos plásticos não biodegradáveis em “membranas de nanotubos de carbono”, um material altamente sofisticado e caro com uma variedade de potenciais aplicações avançadas, como filtragem, armazenamento de energia e uma série de inovações biomédicas.
Nanotubos de carbono são pequenos cilindros de átomos de carbono com nanômetros de diâmetro (1/10.000 o diâmetro de um fio de cabelo humano). Eles são os materiais mais fortes e firmes já descobertos – centenas de vezes mais fortes que o aço, mas seis vezes mais leves. Suas propriedades elétricas, térmicas e mecânicas únicas representam muitas oportunidades para pesquisa e desenvolvimento, e já são usadas em uma variedade de indústrias, incluindo a eletrônica, a de equipamentos esportivos, a de baterias de longa duração, a de dispositivos sensores e a de turbinas eólicas.
Os pesquisadores produziram os nanotubos em membranas de nanoporos de óxido de alumínio. Eles utilizaram peças de sacos plásticos vaporizadas em um forno para produzir camadas de carbono que se alinharam para formar os pequenos cilindros (os nanotubos de carbono).
O enorme mercado potencial para os nanotubos de carbono depende da capacidade da indústria de produzir grandes quantidades do material de forma mais barata e uniforme. Os métodos de síntese atuais geralmente envolvem processos e equipamentos complexos, e a maioria das empresas só produz alguns gramas por dia.
Essa não foi a primeira vez que cientistas construíram nanotubos de carbono a partir de sacos de plástico. Em 2009, uma equipe do Laboratório Nacional Argonne, em Illinois (EUA), criou um processo que convertia o material utilizando um catalisador de acetato de cobalto. O problema com este método, no entanto, é que o cobalto também é bastante caro, e apenas um quinto dos sacos plásticos foi efetivamente convertido em nanotubos.
“Em nosso laboratório, nós desenvolvemos um método novo e simplificado de fabricação com dimensões e formas controláveis, usando um produto residual como fonte de carbono”, explicou professor Dusan Losic, coautor do estudo. A ideia para essa técnica foi concebida e realizada pelo seu doutorando, Tariq Altalhi.
O processo é também catalisador e solvente, o que significa que os resíduos de plástico podem ser usados sem gerar compostos venenosos.
“Sacolas plásticas não biodegradáveis são uma séria ameaça aos ecossistemas naturais e apresentam um problema em termos de eliminação”, diz Losic. “Transformar estes resíduos através de reciclagem nanotecnologia oferece uma solução potencial para minimizar a poluição ambiental, criando ao mesmo tempo produtos de alto valor agregado”.
Fonte: [ScienceDailyGizmodo]

Medida reduz enxofre da gasolina para melhorar qualidade do ar

Combustível deve ficar um pouco mais caro. Mudança entra em vigor a partir do ano que vem.


A partir do ano que vem, a gasolina usada nos carros de todo o país vai ter menos enxofre para poluir menos. Mas essa mudança pode deixar o combustível um pouco mais caro.
A convivência entre carros e homens vai ficar mais saudável. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) determinou que a concentração de enxofre caia de 800 para 50 partes por milhão. Uma redução de 94%.
A medida entra em vigor no dia 1º de janeiro, e os postos terão três meses para esgotar o estoque de gasolina velha. A partir de abril, o posto flagrado cometendo irregularidade será punido.
“Ele vai ter sua bomba interditada, vai ser obrigado a retirar o produto e vai ser penalizado com multa mínima de R$ 20 mil”, alerta o coordenador da ANP em São Paulo, Francisco Neves.
O objetivo dessa mudança é melhorar a qualidade do ar que nós respiramos. Em uma cidade grande como São Paulo, uma grande parte da poluição atmosférica vem da gasolina usada pelos carros. E um dos elementos que saem dos canos de descarga e que mais prejudicam a saúde é o enxofre.
Vanderlei Borsari, técnico da Secretaria do Meio Ambiente do estado de São Paulo, explica que o enxofre estraga os catalisadores – que reduzem as emissões dos motores – e, no ar, reage com outros gases e forma novas partículas que aumentam a poluição.
“Espera-se que a redução desse composto poluente seja na mesma ordem da redução que está se promovendo na gasolina”, comenta Borsari, da Divisão de Emissões Veiculares da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb).
Um estudo feito pela Escola Paulista de Medicina (EPM) mostrou que o número de pessoas com problemas cardíacos que procuram atendimento médico aumenta sempre que a poluição fica maior. O cardiologista Abrão José Cury Júnior, autor do trabalho, acredita que a gasolina mais limpa tenha um impacto positivo.
“Nós acreditamos também que a redução imediata da poluição confira de imediato uma redução nas complicações decorrentes da poluição. A mensuração é que vai demandar mais tempo”, diz o médico.
Os motoristas vão perceber a mudança na hora de abastecer. A gasolina nova deve chegar às bombas um pouco mais cara do que a atual. O governo espera que a diferença seja pequena.
“A gente paga um pouco mais agora, mas talvez tenha o benefício, intangível às vezes, mais para frente”, diz o professor Ronaldo Carvalho.

A reciclagem é mais poderosa que a poluição

Para você que não sabe quais são os tipos de plásticos

Composição da coleta seletiva

Na ordem certa

Para seus filhos, Coleta seletiva para colorir

Alunos de uma escola aprendem a fazer bonecos de papel

Os alunos do Quarto ano A e B da escola ''E.M.E.I.F Professora Maura Aparecida Dassie Vergani em Piquerobi, São Paulo aprendem a fazer bonecos de papel, olhe as fotos : 

    
        
                     

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Reciclar é um remedio!!

Reciclar é como um remédio pois transforma materiais em novos materiais e acaba com os lixos jogados no lixões ou aterros sanitários.

Reaproveite os alimentos

Cascas, talos e folhas podem se tornar saborosos pratos e sobremesas

Todos os dias toneladas de alimentos são desperdiçados ao redor do mundo. Ao cozinharmos, acabamos deixando jogando fora parte dos alimentos ricas em nutrientes que poderiam ser aproveitados.
Cascas, caroços de frutas, folhas, talos, pão velho e sobras de arroz, por exemplo, são itens que diariamente descartamos na cozinha, mas que com um pouco de criatividade podem se tornar receitas diferentes e saborosas.
eCycle dá opções de receitas dos seguintes alimentos: casca de banana, batata e maracujá, caroços de jaca, nabos, folhas e talos de hortaliças, sobras de arroz e pão velho.
Para os vegetarianos uma boa alternativa é o bife feito de casca de banana. Além de saudável é uma boa maneira de reaproveitar uma parte importante dos alimentos. Abaixo, segue a receita.
Ingredientes
- 8 cascas de banana
- 2 ovos
- Cebola
- Tomate
- Pimentão
- Cheiro-verde
- Sal, alho e pimenta do reino a gosto
- Farinha de trigo ou mandioca suficiente para fritar
Modo de preparo
Lave as cascas de banana, escorra e pique-as de maneira bem fina. Junte os outros ingredientes e amasse. Depois, molde a massa no formato de bifes e frite em óleo quente.
Caso prefira, a receita pode ser no formato de bolinhos também.
Um bom aperitivo ou entrada pode ser feito com cascas de batata. Muito prática e fácil, a receita de cascas de batata frita é tão gostosa quanto o legume preparado da mesma maneira.
Ingredientes
- Cascas de batata
- Óleo e sal
Modo de preparo
Antes de qualquer coisa lave bem as cascas. Escorra, frite-as em óleo quente até ficarem douradas e secas. Depois é só temperar com sal e servir.
Uma boa receita para sobremesa é o doce de casca de maracujá.
Ingredientes
- 3 xícaras (chá) de açúcar granulado
- Cravos da índia a gosto
- 6 a 8 cascas de maracujá azedo lavadas e cortadas
- ½ xícara (chá) de suco de maracujá
- 3 xícaras (chá) de água
Modo de preparo
Leve ao fogo alto os cravos, a água e o açúcar até obter uma calda em ponto de frio fraco. Junte as cascas do maracujá escorridas e cozinhe por 20 minutos ou até ficarem macias. Depois, acrescente o suco de maracujá e cozinhe até ferver e deixe no fogo por mais 5 minutos. Coloque em potinhos e sirva gelado.
Folhas e talos de legumes e hortaliças são ricos em nutrientes e na maioria das vezes acabam no lixo. No inverno estes itens ignorados dão uma ótima e nutritiva sopa.
Ingredientes
- Quatro colheres (sopa) de óleo ou margarina
- Duas colheres (sopa) de cebola ralada
- Duas xícaras (chá) de farinha de mandioca ou de milho
- Dois litros de água
- Folhas e talos de cenoura, beterraba, agrião (ou os legumes e hortaliças de sua preferência) picados e sal a gosto.
Modo de preparo
Aqueça duas colheres de óleo e refogue as cascas, os talos e reserve. Em uma panela grande, aqueça o restante do óleo, refogue a cebola e acrescente a água. Junte aos poucos a farinha e tempere com sal. Mexa bem e em seguida junte os talos refogados.
Caso aqueles pãezinhos que você comprou na padaria fiquem velhos e duros, o pudim de pão é uma receita popular que dá uma gostosa sobremesa.
Ingredientes
- Doze pãezinhos
- 6 ovos
- Um litro de leite
- 500 g de açúcar
- 3 colheres (sopa) de manteiga
- 3 colheres (sopa) de farinha
- ½ colher (sopa) de fermento
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes em uma panela e espere o pão amolecer. Em seguida, amasse tudo com as mãos ou bata no liquidificador e espere a massa reagir. Coloque em uma forma untada com manteiga e leve ao forno pré-aquecido. Quando o pudim apresentar uma crosta amarelada, retire do forno, deixe esfriar e jogue uma calda de açúcar por cima.
Você também pode deixar essa receita mais gostosa acrescentando outros ingredientes como cravo, canela e uva passa.
O suflê de arroz cozido é uma boa pedida para o almoço e você ainda aproveita o que sobrou do arroz dos outros dias.
Ingredientes
- Uma xícara (chá) de arroz cozido
- 3 ovos
- Sal a gosto
- 100 g de queijo minas
- Uma xícara (chá) de leite
- Uma colher (sopa) de manteiga
- Uma colher (sopa) de farinha de trigo
- Cheiro-verde picado a gosto
Modo de preparo
Despeje todos os ingredientes no liquidificador e bata. Coloque numa forma untada e leve ao forno.
Sobras de nabo dão um delicioso assado. Veja receita abaixo.
Ingredientes
- 250 g de nabo
- Cheiro-verde a gosto
- ½ tomate
- Uma colher (sopa) de manteiga
- Uma xícara (chá) de pão cortado em cubos
- Uma colher (café) de sal
- Um ovo
- ½ xícara (chá) de leite
Modo de preparo
Cozinhe os nabos até ficarem macios. Amasse-os com garfo e reserve. Refogue o cheiro-verde e o tomate na manteiga e junte o nabo. Em outro recipiente junte os pães, leite e sal e deixe de molho durante 10 minutos. Depois, acrescente o nabo, coloque em uma assadeira untada e deixe dourar em forno quente.
Caroços de frutas dificilmente são utilizados na culinária e jogados fora. A seguir, uma receita feita de caroço de jaca é uma opção para evitar este desperdício.
Ingredientes
- 250 g de caroço de jaca
- 100 g de açúcar
- 2 gemas
- Uma colher (chá) de margarina
- Quatro gotas de baunilha
Modo de preparo
Torre no forno os caroços de jaca, retire as peles e moa. Faça uma calda em ponto de pasta com o açúcar, dois copos de água e a baunilha. Junte a margarina, retire do fogo e deixe esfriar. Depois, junte as gemas passadas pela peneira e os caroços moídos. Leve ao fogo brando e continue a mexer com colher de pau até aparecer o fundo da panela. Unte um prato com margarina, despeje e deixe esfriar. Enrole em bolinhas e passe no açúcar de confeiteiro.
Fonte : www.ecycle.com

Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais

Cascas podem ser usadas em casa, na comida ou como produto de beleza

Após as refeições, a grande maioria das pessoas joga fora o que sobrou da comida. Isso acontece também após o consumo de frutas e demais vegetais. Mas já está se popularizando a ideia de que esses resíduos aparentemente inúteis podem ser aproveitados de diversas maneiras.
Há preconceitos. Muitos não apreciam o gosto ou a textura das cascas, sem contar que elas têm uma taxa maior de agrotóxicos. Mas ao mesmo tempo, eles têm nutrientes e fibras que são passíveis de reaproveitamento. Independentemente das opiniões, que podem variar, cascas de cítricos, batata, abacate sem o caroço e até mesmo as cascas dos queijos podem ser reaproveitadas. Todos esses alimentos podem ser reaproveitados de três modos: na casa, na comida ou como produto de beleza.
Aqui, mostraremos 13 maneiras de se reaproveitar esses alimentos. Se por acaso você não tiver tempo ou ajuda para fazer os produtos e aplicá-los ao novo fim, não tem problema, pois a maioria deles pode ser congelada para uso posterior. Vamos às receitas:
Casa
1. Limpeza de gordura: antes de usar os produtos considerados tóxicos, como detergentes, na cozinha, experimente o limão. Aplique, na área afetada pela gordura, os seguintes ingredientes: sal e bicarbonato de sódio. Então introduza limão espremido. Só tome cuidado para não utilizar a mistura em superfícies sensíveis, como as feitas de mármore. Atente também para, após a limpeza, lavar bem as mãos para que resíduos do limão não remanesçam em sua pele, pois o contato com o sol pode provocar queimaduras;
2. Limpeza interna de chaleira: sabe quando a parte interna da chaleira fica muito escura? Para limpar, encha-a com água e um punhado de cascas de limão e ponha-a para ferver. Assim que começar a borbulhar, desligue o fogo e deixe descansar por uma hora. Na sequência, é só escorrer e lavar bem;
3. Tecido corante: apesar de a fruta não ser tão comum no Brasil, cascas de romã são ótimos corantes vermelhos de tecido. Basta encher com água quente uma grande panela de aço inoxidável, adicionar cascas de romã e deixar em descanso durante a noite. Ferva a água com as cascas no dia seguinte e, em seguida, remova as cascas e adicione o tecido que você quer tingir de vermelho, mas ele precisa estar molhado. Ferva a roupa por uma hora e deixe-a esfriando durante mais uma noite. Remova-a da panela no dia seguinte, enxague em água fria e a partir daí lave-a com roupas de cores semelhantes;
4. Espante os mosquitos: Use em um daqueles velhos aparelhos repelentes de insetos que são ligados na tomada e substitua o tablete convencional por um pedaço de casca de laranja ou por alguma outra fruta cítrica qualquer;
Comida
5. Congele raspadinhas: se você fez um suco de limão, laranja ou de alguma outra fruta cítrica e as cascas sobraram, você pode ralá-las com um ralador e acondicioná-las no freezer em um recipiente adequado. Quando você tiver vontade, é só retirar as raspas do freezer e fazer sua raspadinha.
6. Azeite cítrico: triture cascas de frutas cítricas com um pilão (em um vaso de metal ou de madeira) com um pouco de óleo. Coloque em um frasco com mais óleo e deixe descansando por seis horas. Depois desse período, acondicione em um recipiente limpo para uso em sua salada;
7. Fazer batatas fritas: misture cascas de batata com bastante suco de limão e azeite. Espalhe as cascas de batata em camadas em uma assadeira e leve ao forno na temperatura de 400 graus, mexendo de vez em quando até dourar (cerca de dez minutos). Tempere a gosto;
8. Faça uma sopa: Ferva cascas de batata, de cebola, de cenoura, além de alho poró e de outros vegetais a gosto para fazer uma bela sopa. Salsinha e cebolinha também vão bem nesse caldo;
9. “Algo a mais” na sopa ou no caldo verde: cascas de queijo podem ser acrescentadas a sopas ou caldos para dar um toque especial no sabor e na textura;
10. Adicionar queijo às verduras: cascas de queijo podem ser acrescentadas às verduras refogadas. O sabor fica excelente;
11. Açúcar mascavo suave: se você é vítima do açúcar mascavo endurecido, tente adicionar casca de limão para mantê-lo úmido e maleável.
Beleza
12. Esfoliação de açúcar da banana: coloque açúcar na casca da banana e esfregue-a suavemente em seu corpo . Em seguida, basta enxaguar no banho;
13. Hidratar: esfregue a parte carnuda da casca de um abacate em seu rosto e você terá um hidratante muito eficiente.
Fonte : www.ecycle.com.br

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