sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Bijuterias são recicláveis?

Veja algumas dicas para fazer sua biju durar mais e também para reciclá-la

A palavra “bijuteria” vem do francês bijouterie, que quer dizer joia. Consta que a bijuteria surgiu na Europa no século XVII e era usada principalmente pelas pessoas que não tinham recursos para adquirir peças originais. Essas peças começaram como amuletos de origem religiosa, como medalhas, escapulários, cruzes, pulseiras com imagens de santos etc. Mas, aos poucos, os adereços foram conquistando mais usuários, devido à versatilidade e à variedade dos materiais trabalhados, adaptando-se rapidamente à moda e às novas tendências. Descobriu-se recentemente, por meio de uma exumação, que até a Imperatriz Leopoldina, primeira mulher de D. Pedro I, era adepta das bijuterias: ela fora enterrada com um par de brincos feitos de resina.
As bijuterias geralmente são feitas com ligas de metais  que imitam o ouro e a prata, e com pedras preciosas ou similares de gemas (vidro, plástico etc..).  Além disso, como já falamos aqui, muitas delas têm a presença de produtos químicos que podem ser prejudiciais à saúde, principalmente das crianças, tais como mercúrio, chumbo, cádmio, níquel, entre outros.
Cuidados com as bijuterias
As bijuterias são confeccionadas com materiais delicados e, por isso, necessitam de um cuidado maior na sua conservação. Listamos abaixo alguns procedimentos que você pode tomar, para conservar o bom estado delas.
-Evite o contato da sua bijuteria com produtos cosméticos em geral (perfume, desodorante, spray para cabelo etc.); 
-Quando for guardá-la, passe uma flanela para tirar qualquer resíduo de creme ou outro produto que possa ter ficado nela, a fim de não ocorrer, aos poucos, a corrosão da peça;
-Para limpar, use uma flanela úmida ou seca;
-Evite lavar as mãos ou tomar banho com ela.
Mesmo não sendo tão danosa aos adultos como é para crianças, a bijuteria que possua ligas com metais deve ser evitada por precaução. Há modelos que não contam com esse tipo de material e também são bem legais. Inclusive, alguns deles são feitos a partir do reaproveitamento de materiais.
Reciclagem e reaproveitamento
Caso a sua bijuteria antiga esteja desgastada e seja feita predominantemente de materiais metálicos, você pode encaminhar para postos de reciclagem de metal. Também é possível incrementar a biju antiga usando peças que você já tem em casa.
Fonte : www.ecycle.com.br

O que fazer com utensílios de cozinha feitos de vidro e que estão quebrados ou desgastados?

Lixões não são uma boa ideia para itens que podem permanecer na natureza por até quatro mil anos

Dentro do grupo de utensílios de vidro comuns em cozinhas estão panelas, copos, pratos, travessas, xícaras, tigelas, tábuas de vidro e outros. Esses itens são normalmente feitos de vidro temperado, ou seja, um vidro comum que passou por um processo químico ou térmico 
O vidro temperado permite algumas vantagens ao usuário devido à praticidade da higienização e por possuir grande resistência térmica e mecânica.
Como descartar?
O vidro demora aproximadamente quatro mil anos para se decompor, por isso, não descarte esse tipo de material em lixões ou aterros. Sem contar que ele é totalmente reciclável, podendo ser utilizado infinitamente, sem perda de qualidade. Se você destiná-lo para a reciclagem, os beneficiados terão redução da energia e mais velocidade para produzir novos vidros.
O vidro temperado, com o qual a maior parte dos itens de cozinha é feita, sofre um processo de aquecimento que o torna mais resistente, mas não há aplicação de películas - ou seja, não há restrições para destinar esses itens em lixeiras de reciclagem de vidro comum.
Para descartar, recolha os cacos e embrulhe em um jornal. Não misture com outros materiais, para não prejudicar o processo de reciclagem. Leve o vidro até um posto de coleta, reciclador, vidraceiro ou fabricante, para que o item seja reciclado ou para que te passem informações sobre onde ele deve ser descartado. Você também pode usar a criatividade e dar um upcycle no seu utensílio, mesmo se ele estiver em cacos (é possível fazer um mosaico, por exemplo). Pinte, incremente materiais e crie novos objetos de decoração.

Fonte : www.ecycle.com.br

Plásticos: como se dá a reciclagem e no que se transformam?

Existem três tipos de reciclagem de plástico, material que pode se transformar em fibra para carpete, mangueira de jardim, frascos para produtos de limpeza, entre outros


Diversos produtos e embalagens feitos com material plástico apresentam um símboloque indica que eles são recicláveis. Mas você já se perguntou como ocorre o processo de transformação do plástico em um novo produto?
No geral, a reciclagem dos produtos descartados consiste, basicamente, em três processos:
 - Coleta e separação: que é separação dos resíduos de acordo com o seu material.
 - Revalorização: é a fase na qual o material já separado passa por um processo que faz com que ele volte a ser matéria-prima.
 - Transformação: fase em que o material transformado em matéria-prima volta a ser produto.
 Agora que já sabemos os processos básicos da reciclagem, vamos entender como se dá o processo de transformação dos materiais. Existem três tipos de reciclagem, que geram diferentes tipos de produtos e benefícios:
 1) Reciclagem Mecânica
É o método mais comum. Ele consiste em transformar os plásticos (tanto os oriundos de sobra industrial - sobras virgens do processo produtivo -  quanto os descartados pós-consumo - materiais recuperados no lixo  por meio da coleta seletiva) em pequenos grânulos, que podem ser utilizados na produção de novos materiais, como sacos de lixo, pisos, mangueiras, embalagens não-alimentícias, peças de automóveis etc.
O modo de funcionamento já é conhecido por quem está antenado no mundo da reciclagem. Primeiro, ocorre a coleta dos plásticos descartados por meio de associações de catadores, cooperativas ou pela coleta municipal. Em seguida, nesses locais, ocorre a separação, a triagem dos diferentes tipos de plástico e a limpeza, para retirar restos de sujeira dos conteúdos. Depois de todo esse processo, o plástico granulado é produzido.
2) Reciclagem Química
Trata-se do modelo mais elaborado, que reprocessa os plásticos para transformá-los em materiais petroquímicos básicos, que servem de matéria-prima para a criação de produtos de elevada qualidade.
Se compararmos a reciclagem química com a mecânica, a primeira tem uma maior flexibilidade sobre a composição e é mais tolerante a impurezas, ou seja, não requer uma triagem tão minuciosa. No entanto, é mais cara e necessita de enormes quantidades de plástico para ser economicamente viável.
3) Reciclagem Energética
 Consiste na tecnologia que transforma o plástico em energia térmica e elétrica, aproveitando, por meio da incineração, o poder calorífico armazenado neles. Além disso, esse tipo de reciclagem permite também que os plásticos sejam aproveitados como combustível.
A reciclagem energética é muito importante, pois cria novas matrizes energéticas e traz ainda um grande benefício para as cidades, as quais já não têm tanto espaço para a destinação do lixo urbano.
Atualmente, trinta e cinco países utilizam este método de reciclagem. Nesses países, mais de 150 milhões de toneladas de lixo urbano são tratadas por ano em 750 usinas de reciclagem energética, gerando, assim, 10.000MW de energia elétrica e térmica. Mas, infelizmente, esse tipo de reciclagem ainda não existe no Brasil, apesar de ser amplamente difundida no exterior.
No que o plástico reciclado se transforma?
Se você está louco para saber no que o plástico pode se transformar, a sua espera está quase no final. A resina obtida após a reciclagem de materiais plásticos pode dar origem a objetos impensáveis. Dê uma olhada:
Pesquisa: Silvia Oliani
Fonte : www.ecycle.com.br

Você sabe o que é reciclagem? E como ela surgiu?

A reciclagem, assim como o tratamento dado ao lixo, é mais antiga do que se pensa. Entenda como e por que esse conceito surgiu

Alguns costumes que temos ou praticamos a vida toda podem ser um grande mistério quando olhados mais de perto. Por exemplo, quantas pessoas sabem que o Papai Noel é uma homenagem ao bispo católico do século IV, São Nicolau? São poucas, mas isso não as impede de comemorar o Natal e levar os filhos ao shopping para conversar com o Bom Velhinho.
Saber a origem das coisas pode ser apenas trazer um conhecimento que não muda muito a nossa rotina. Por outro lado, certas informações podem sim alterá-la. Conhecer a história de algumas práticas verdes pode ser algo novo e divertido, mas também levar à conscientização da necessidade da destinação correta. Você já se perguntou o “que é” ou “como surgiu” a prática de reciclar as coisas?
Se nunca teve essa curiosidade, nós lhe daremos uma forcinha para que você possa navegar pelas águas da “História Verde” e ficar por dentro de tudo. E como diria o sábio, vamos começar pelo começo: o lixo.
Do lixo à reciclagem
Desde que o mundo é mundo, o lixo existe. Os nômades já descartavam os restos dos animais que caçavam e, à medida em que o homem foi ficando mais “civilizado”, a quantidade de lixo produzida por ele também foi aumentando.
De acordo com um estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), as civilizações antigas (como os hindus) já dispunham de sistema de esgoto, além de pavimentação nas ruas. Os israelitas, por exemplo, possuíam regras explícitas de como descartar seus excrementos e os restos dos animais sacrificados, bem como os cadáveres e o lixo produzido no reino.
Na Idade Média, sabe-se que várias cidades italianas tinham normas para a destinação de objetos e carcaças de animais, assim como a eliminação de águas paradas e a proibição de lixo e fezes nas ruas.
Foi também na Idade Média que surgiram os primeiros serviços de coleta de lixo. Inicialmente, estes eram prestados por particulares, mas quando fracassavam optava-se pelo serviço público – que era exercido pelos carrascos da cidade e seus auxiliares, tendo muitas vezes a ajuda das prostitutas.
Porém, na segunda metade do século XIX, com a Revolução Industrial, houve um aumento significativo na produção de lixo, causando graves impactos sanitários. Foi necessário programar novas medidas para amenizar a complicada situação dos bairros operários e também dos bairros nobres.
No século XX, a questão do lixo já não girava em torno apenas do descarte de materiais orgânicos. O destino de todo esse lixo (inclusive o industrial) também consistia em um grande problema, tanto que até a metade do século, EUA e Europa jogavam grande parte do lixo coletado nos mares, rios e áreas limítrofes.
Contudo, até aquele momento, o mundo nunca havia produzido tanto em todos os aspectos imagináveis. A Revolução Industrial trazia consigo novos patamares de produção e, a partir deste momento histórico, a situação do descarte tornou-se algo mais complexo e preocupante. Se antes o lixo era constituído apenas de material orgânico, agora ele tem características diversas: pode ser eletrônico, radioativo, industrial, químico, entre outros.
Com isso, surgiu a necessidade de pensar em alternativas que não fossem simplesmente estocar todo esse lixo em aterros ou descartá-los de forma irregular no ambiente, pois grande parte deste lixo demorava muito mais tempo para se desintegrar. Assim, a reciclagem assumiu um papel importante diante de tal necessidade.
A questão da reutilização também não é nova. O uso da matéria orgânica, como adubo, por exemplo, já é reconhecidamente uma tradição que se perpetuou por séculos.
O que é reciclagem?
O conceito de reciclagem é simples: trata-se de pegar algo que não tem mais utilidade e transformá-lo novamente em matéria-prima para que se forme um item igual ou sem relação com o anterior. Isso é feito de várias maneiras e vemos o resultado desse processo no nosso cotidiano.
Esse é o caso de alguns bens de consumo, como latas de alumínio, papel de escritório e recipientes de plástico. Esses materiais são reciclados em grandes quantidades. Aliás, a reciclagem desse tipo de material era comum no início do século XX, quando muitos produtos eram reutilizados devido às crises econômicas (como a de 1929) e às guerras mundiais. Na década de 40, produtos como o náilon, a borracha, papel e muitos metais eram racionados e reciclados, para ajudar a suportar o esforço da Segunda Guerra Mundial (1939-1944).
Somente após esse período de recessão, países como os EUA viveram momentos de grande prosperidade econômica que impulsionaram uma cultura de consumo e desperdício. No caso da Europa – que ficou praticamente destruída após a guerra –, a implantação do Plano Marshall (que estabelecia ajuda de 17 bilhões de dólares dada pelos EUA a países devastados pela guerra) ajudou a reconstrução econômica de nações como Inglaterra, França, Alemanha e Itália.
Dessa forma, tanto Estados Unidos como a Europa viveriam anos de colaboração comercial que trariam novamente êxito econômico, contribuindo muito para uma sequência de décadas de abundância na fabricação de bens de consumo. Apenas nos anos 70 a reciclagem voltaria a fazer parte das discussões sociais, destacando-se a criação do Dia da Terra - iniciada pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, ativista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental.
Atualmente, o termo reciclagem faz parte do cotidiano de bilhões de pessoas ao redor do planeta, inclusive no Brasil.
Como reciclar?
Existem várias formas de destinar seu lixo para reciclagem. Em princípio, se um produto for reciclável , basta descartá-lo de forma correta nos cestos apropriados. Porém, nem todos os bairros, condomínios e casas possuem serviço de coleta seletiva  e muitas vezes o descarte pode ser feito por meio de postos independentes. Em outras ocasiões, a prefeitura municipal se encarrega desse serviço.
Também é importante dizer que o avanço tecnológico pode fazer com que um item que atualmente não é reciclável, torne-se reciclável no futuro.
Para os que já são recicláveis, é preciso ter alguns cuidados especiais antes de enviá-los para coleta seletiva. Veja alguns exemplos:
Plástico - consiste em transformar os plásticos (tanto os oriundos de sobra industrial - sobras virgens do processo produtivo -  quanto os descartados pós-consumo - materiais recuperados no lixo  por meio da coleta seletiva) em pequenos grânulos, que podem ser utilizados na produção de novos materiais, como sacos de lixo, pisos, mangueiras, embalagens não-alimentícias, peças de automóveis etc.
Papel - a grande quantidade de papel que é consumida no mundo causa graves problemas ambientais, como o desmatamento de florestas. Para conter esse problema, uma das soluções é a reciclagem, que reaproveita o papel usado para produzir outro novo em folha; a reciclagem é simples e barata.
Caixas de Leite - a maioria das embalagens longa vida é feita a partir de uma mistura de materiais com propriedades diversas. Mesmo assim, é possível reciclá-las e, no Brasil, existem cerca de 20 usinas especializadas na reciclagem de embalagens cartonadas (Tetra Pak). É importante descartar os materiais recicláveis limpos, para não ocorrer a proliferação de doenças, odores, bem como para evitar a contaminação de itens recicláveis que estejam no mesmo local, pois caso ocorra a contaminação, a reciclagem dos materiais contaminados fica mais difícil.
Caixas de Pizza - óleo e gordura da pizza dificultam processo de reciclagem do papelão das caixas. Mas há alternativas, como criar outras embalagens ou separar as partes da caixa que não foram manchadas pela gordura, como a superfície, e enviar para coleta seletiva.
Pneus - não são tóxicos, mas causam problemas. Apesar de não serem compostos de materiais tão nocivos a ponto de prejudicar o meio ambiente, os pneus descartados de forma errada contribuem para a proliferação de doenças, como a dengue. Além disso, somente no Brasil, 45 milhões de pneus são produzidos por ano e muitos pneus acabam jogados em rios, o que aumenta a calha dos mesmos, podendo causar transbordamentos. Uma boa alternativa é recauchutar em uma oficina ou doar para empresas que o reutilizam de outras formas.
Lâmpadas Fluorescentes - mercúrio e chumbo são metais que estão dentro da lâmpada e podem prejudicar nossa saúde, portanto é importante tomar cuidado ao descartá-las. Outra medida é assegurar que as lâmpadas não sejam enviadas para aterros comuns. Por isso, consultar os postos de reciclagem adequados é essencial.
Lixo Eletrônico - conserte, doe, reutilize ou recicle, mas não jogue seus eletrônicos no lixo comum, pois eles possuem vários componentes e substâncias que podem causar doenças, como cádmio, chumbo e mercúrio. Sendo assim, o melhor que você pode fazer é procurar postos de reciclagem para eletrônicos  ou tentar devolver os produtos para os fabricantes, que ficarão responsáveis a dar uma destinação correta a partir da lei de resíduos sólidos.
Amianto - a recomendação é de que o amianto seja descartado juntamente com resíduos tóxicos, em aterros especializados. Portanto, mesmo com todas as garantias dadas pela indústria, o amianto é um material perigoso e que não tem como ser reutilizado ou reciclado.
As alternativas para descartar de forma consciente e sustentável todo o tipo de lixo. Não deixe de consultar a Seção Recicle Tudo para ficar por dentro de tudo que pode ser reciclado e como fazer isso!
E se você quer descartar seu lixo de forma correta, mas não há serviço de coleta seletiva em seu bairro e você não tem tempo de procurar postos de reciclagem, use o serviço Descarte Certo In a Box! - uma forma de descartar objetos sem sair de casa e tendo a garantia de que todos os seus componentes serão devidamente reciclados ou tratados da melhor forma possível para reaproveitamento, sem qualquer risco ambiental.
O upcycle
Assim como a reciclagem, a prática de upcycling também consiste em dar uma nova utilidade a algo que foi descartado, porém, com a diferença de não usar energia para transformar o objeto em matéria-prima. Ou seja, é ainda mais ecológico, pois dispensa a energia gasta na atividade industrial. Em outras palavras, trata-se de reaproveitamento.
Podemos observar esse processo em situações que esbanjam criatividade, como reaproveitar geladeiras como bibliotecas.
A tendência do upcycling também vem sendo abraçada pelas indústrias da moda e da decoração (saiba mais).
Cenário da reciclagem no Brasil
Hoje em dia, reciclar é mais do que necessário. A maioria dos países tem essa preocupação, apoia programas ambientais e, consequentemente, de reciclagem. No Brasil, de acordo com a associação sem fins lucrativos CEMPRE (O Compromisso Empresarial para Reciclagem), o faturamento das cooperativas de catadores cresceu 311%, com ganhos de produtividade que superam 50% (em tonelagem/dia) no período de 2010 a 2014.
Um dos próximos passos para manter esse progresso é a formalização da atividade desempenhada pelos catadores. Contudo, mesmo o Brasil tendo mostrado iniciativas reconhecidas por órgãos internacionais, como o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), ainda há muito a se fazer. Em 2012, apenas 18% dos municípios brasileiros possuíam coleta seletiva.
Portanto, há uma grande porta de entrada para ideias verdes que ajudem a proliferar ainda mais o conceito de reciclagem no Brasil e no mundo.
Fonte : www.ecycle.com.br

Conheça tudo sobre construção sustentável

Confira o conceito, quais são os principais materiais e saiba como aplicar a construção sustentável

O que é?
A construção sustentável é uma forma de se construir casas e edifícios, harmonizando-os com o meio ambiente. Ela procura, durante toda sua produção e pós-construção, amenizar os impactos à natureza, reduzindo o máximo possível os resíduos e utilizando com eficiência os materiais e bens naturais, como água e energia. Além disso, é imprescindível a aplicação de materiais recicláveis e de menor impacto ambiental, como madeiras reflorestadas e tijolo de adobe, por exemplo.
A aplicação desse conceito entrou na pauta dos arquitetos após a Crise do Petróleo, dada na década de 1970, amenizando a utilização de energia e procurando novas formas de utilizá-la. Após o término da crise, o conceito não sumiu, pois a tendência de levar a sustentabilidade cada vez mais a sério só evoluiu a partir de então.
É importante destacar que somente durante parte do século XX as diretrizes da chamada arquitetura bioclimática (que veio a se chamar arquitetura sustentável) foi perdida. Isso porque as construções sempre levaram em consideração clima, ambiente, natureza etc. e, durante o século XX, iniciou-se uma filosofia dentro da construção civil de quase abandono dessas diretrizes naturais, dado o crescimento exponencial das cidades. O impacto sobre a natureza nesse século foi absurdo, e somente a partir de sua segunda metade passou-se a rever essa política e seus impactos.
A década de 1990 foi imprescindível para a construção sustentável. O conceito de sustentabilidade passou a ter mais força junto aos órgãos internacionais e a busca por alternativas mais econômicas e sustentáveis na construção civil se intensificou.
Em 1997, em Helsinki, na Finlândia, houve a primeira convenção internacional sobre construção sustentável, e um ano após, no Reino Unido, lançou-se a primeira entidade de certificação de prédios sustentáveis, a BREEAM. Hoje o número de prédios sustentáveis é grande. O Brasil ocupa o 4º lugar entre os que mais produzem prédios verdes no mundo, atrás apenas de EUA, China e Emirados Árabes, segundo aUSGBC (United States Green Building Council), responsável pelo selo de construção responsável mais respeitado, o LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental, em português).
Segundo o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Arquitetura, a construção sustentável ou bioconstrução "deve contemplar o aproveitamento do meio natural sem causar prejuízo algum sobre a sustentabilidade, devendo aplicar o desenvolvimento tecnológico para a concretização de uma maior poupança energética e a diminuição dos resíduos, sem esquecer o aspecto estético, um dos vários fatores que determinam a habitação".
Como fazer?
Prédios ou casas sustentáveis devem levar em conta algumas características para assim serem consideradas. O principal deles é o respeito ao ambiente que os cerca, a comunidade e aos recursos naturais.
Em casas, por exemplo, a utilização de madeiras reflorestadas, com selo de certificação, de painéis fotovoltaicos, para uso da energia solar, vasos sanitários com redução de água, estética inteligente a se utilizar a luz do sol e aproveitar seu calor ou amenizá-lo, a fim de reduzir o consumo de energia por ar condicionados ou ventiladores, são formas de deixar seu imóvel mais sustentável.
Aqui vai uma lista de bons produtos a serem usados na sua casa ou em seu prédio para deixar sua residência mais ecologicamente correta:
-Madeira plástica: muito semelhante à madeira tradicional, ela pode ser muito vantajosa. Feita de plástico reciclado, ela pode ser usada como piso ou revestimento. Por ser de plástico, tem a vantagem de ser imune a pragas, como cupim, e tem menor necessidade de manutenção.
-Solo cimento: a definição do solo cimento pela Associação Brasileira de Cimento Portland é a seguinte: “o material resultante da mistura homogênea, compactada e curada de solo, cimento e água em proporções adequadas. O produto resultante deste processo é um material com boa resistência à compressão, bom índice de impermeabilidade, baixo índice de retração volumétrica e boa durabilidade”.
-Tecido Greenscreen: usado em cortinas e persianas, proporciona o uso mais racional da energia solar, bloqueando a irradiação e utilizando com eficiência a luz.
-Concreto reciclado: feito a partir dos entulhos das obras, ele diminui o número de resíduos das mesmas. Existem inúmeras formas de concreto reciclado, e todas elas preconizam a reutilização de materiais das obras, como telhas, tijolos etc. Vale a pena pesquisar o ideal para sua obra.
-Telhas Ecológicas: há diversos tipos de telhas ecológicas no mercado, sendo a principal a feita com fibras. Produzida a partir de fibras de madeiras como pinho, eucalipto, e de não-madeiras, como sisal, bananeiras e coco. Há também as telhas feitas de materiais reciclados, como papel, asfalto e resina.
-Lampadas de LED: as lâmpadas de LED podem durar cerca de 25 vezes mais do que uma lâmpada comum. Além disso, consomem menos energia para funcionar, isso porque elas convertem em luz 60% da energia usada, e as convencionais convertem de 5% a 10% (o restante é transformado em calor, por isso a lampada é tão quente).
-Bloco de Adobe: feito com argila, areia, água e palha ou outras fibras, é muito resistente e uma boa alternativa aos blocos tradicionais.
Existem centenas de outros materiais sustentáveis, porém muitas iniciativas partem da criatividade das pessoas. Não é difícil deixar sua casa mais “ecologicamente correta”; um exemplo é usar uma garrafa PET para fazer uma luminária ou criar uma horta vertical. A construção de prédios e casas sustentáveis também parte desse preceito. A criatividade e a vontade de realizar algo harmonizado com o meio ambiente e a sociedade é essencial.
Exemplos
Aqui vão alguns bons exemplos de casas e prédios sustentáveis:
-Eldorado Business Tower: Localizado em São Paulo, foi o primeiro prédio da América Latina a receber o LEED® C&S - Platinum, mais alto nível de certificação do USGBC (United States Green Building Council), principal selo atestando o comprometimento do empreendimento com sustentabilidade.
-EE. Escola Ilha da Juventude: Escola pública, localizada na Vila Brasilândia, periferia de São Paulo. Com arquitetura inteligente a fim de usar com mais eficiência a luz da rua e o calor, utiliza menos energia, além de promover soluções eficazes para acústica e ruídos. Ela ganhou o certificado de Alta Qualidade Ambiental (AQUA) da Fundação Carlos Alberto Vanzoline.
-Casas de bambu da Indonésia: O bambu é um material leve e resistente, e, quando bem utilizado, pode ser muito útil. Na Indonésia, a H & P arquitetos criou um ótimo projeto de casas que podem facilmente resistir às enchentes tão comuns a este país. As casas de bambu, de baixo custo e sustentáveis, escaparão da destruição flutuando sobre a água. A estrutura utiliza amarras, âncoras e conexões sólidas, tornando a casa forte para flutuar.
-Arena Castelão: Primeira arena sustentável no mundo, o estádio de Fortaleza ganhou a certificação LEED de construção sustentável por uso racional de água, energia, qualidade ambiental interna, baixo impacto ambiental e estímulo a inovações.
Fonte : www.ecycle.com.br

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Casas sustentáveis estão se popularizando

Quantidade de casas que leva aspectos ambientais em conta ainda é pequena, mas tende a se expandir


O último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), apresentado em 2013, apontou 95% de certeza da responsabilidade do homem nas mudanças climáticas.
Estudos indicam que a construção civil é uma das principais responsáveis pela alta emissão de gases, destruição de áreas verdes e consequente morte de animais nativos, alto índice de consumo de energia e água, além da gigantesca criação de resíduos, desde a produção dos materiais para a obra até a entrega e funcionamento. Só em São Paulo, estima-se a geração de 17 mil toneladas/dia de resíduos, sendo que 30% vêm da construção formal e o restante da informal.
Em resposta a este panorama, cresce a construção sustentável, que determina uma revisão de toda cadeia de produção, a fim de torná-la menos prejudicial ao meio ambiente e mais eficiente, tanto no âmbito social quanto no econômico. Isso porque ela visa, além da harmonização das construções com a natureza, o melhor convívio entre moradores e a comunidade.
Inicialmente, os custos de uma casa sustentável, em comparação a uma normal, são cerca de 5% a 10% maiores. No entanto, a rentabilidade dessas construções se apresenta no longo prazo. As diversas iniciativas presentes nelas podem diminuir a conta de energia elétrica, de água e dos valores de manutenção, além de valorizar o imóvel.
Para a construção de casas sustentáveis é necessário respeitar alguns aspectos principais, que são: localização inteligente, padrão e design do entorno, infraestrutura sustentável, canteiro de obras, gestão da água, eficiência energética, materiais e recursos, qualidade do ambiente interno, orçamento e financiamento, operação e manutenção, prioridade regionais e inovação.
Todas essas etapas são essenciais. Cada uma delas está ligada a um ponto especifico de equilíbrio com a natureza e levando em conta a eficiência no gerenciamento dos materiais, a fim de evitar desperdícios.
O crescimento das casas sustentáveis tem sido considerável no último período. Em 2013, o governo federal licenciou 300 casas sustentáveis “sem tijolos”, utilizando uma estrutura de madeira autoclavada. O processo, além de mais barato, é mais rápido e demanda menos mão de obra.
Programa
Desde 2008, são aplicadas em diversas casas do programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida” recomendações ambientais para sua construção, que são: “minimizar os impactos da obra no meio ambiente; aproveitar os recursos naturais do ambiente local; realizar a gestão e economia de água e energia na construção; promover o uso racional dos materiais de construção; arborizar e estimular o plantio de árvores nos terrenos; promover a coleta e reciclagem dos resíduos sólidos nos empreendimentos; adotar soluções para a melhoria do conforto interno das habitações e promover a educação ambiental dos moradores.”
O impacto final na entrega dessas casas foi a diminuição de uma tonelada na emissão de resíduos, o que representa 80% do total, e queda nos gastos de construção.
Ainda há muito preconceito rondando as construções sustentáveis. No entanto, a consciência ambiental tende a superar a desconfiança. Quem sabe, daqui a pouco tempo, todos nós fiquemos mais acostumados a ver casas sustentáveis em grandes cidades. Já não parece ser uma ideia tão distante.
Fonte: Ataque Sustentável
Fonte: www.ecycle.com

O que fazer com material escolar em bom estado?

Novo ano letivo: novos cadernos, lápis, mochila, livros. Mas será que não é possível aproveitar alguns itens utilizados no ano anterior?


Todo começo de ano é aquela mesma história: começam as aulas e logo vem a enorme lista de material escolar. São tantos tipos de papel, lápis e canetas que os pais ficam até tontos! Sem contar o preço abusivo do material escolar na época de volta às aulas. Uma pesquisa realizada pelo Procon-SP em 2013 mostrou uma variação de até 450% no preço do material escolar: uma caneta esferográfica, por exemplo, que custava R$ 0,85 em um estabelecimento, foi encontrada por R$ 4,50 em outro, em uma cidade do interior paulista.
Acontece que, às vezes, alguns itens usados no ano anterior estão em perfeito estado ou precisam apenas de uma recauchutada, o que pode até se tornar diversão para pais e filhos no período das férias. Além de conscientizar seus filhos de que não é porque a professora pede novos materiais que eles não podem usar os antigos, você estará, desse modo, contribuindo para a preservação da natureza (para fazer uma folha de papel de tamanho A4, por exemplo, são consumidos cerca de 10 litros de água, segundo relatório da organização não governamental WWF -World Wildlife Foundation) e poupando o seu dinheiro.
Confira abaixo algumas dicas para conservar alguns itens da lista de material escolar, a fim de que eles sejam reaproveitados posteriormente, e conferir uma aparência de novo a eles:
-Cadernos, agendas e livros: encapar os cadernos, as agendas e os livros vai ajudar a mantê-los conservados por mais tempo;
-Mochila e lancheiras: lave-as com certa frequência. Além de elas ficarem sempre em bom estado, os produtos e materiais que estarão dentro delas também se manterão limpos;
-Reaproveitando as folhas do caderno: se sobrar muitas folhas em branco no caderno do ano anterior, vale a pena retirar as folhas antigas que possuem o conteúdo da matéria, grampeá-las e colocá-las em uma pasta. Para completar a renovação do caderno, você pode colar novos adesivos ou figuras de revistas na capa;
-Lápis: para dar um novo aspecto aos lápis que descascaram ao longo do ano, você pode encapá-los com papéis ou adesivos;
-Canetas: em algumas canetas, é possível trocar o refil. E, nesse caso, além de custarem mais barato do que uma caneta nova, contribuem para economizar a matéria prima que seria utilizada para fabricar um novo produto;
-Borracha: se a borracha estiver com aparência de suja, basta passar um pano umedecido em álcool nela;
-Régua, tesoura, compasso: existem alguns itens da lista de material escolar que são pouco utilizados durante o ano letivo, como esses elencados. Por isso, antes de comprar um novo, certifique-se se o que você já tem está em bom estado e se é possível reaproveitá-lo no próximo ano;
-Giz de cera: o giz de cera faz parte da infância e do aprendizado de muitas crianças e até do trabalho de muitos adultos. Se o giz está gasto, você pode transformá-lo em um giz menor ao cortar algumas partes, ou até mesmo uni-lo a outros pedaços gastos, usando-o por mais algum tempo.
Em outros casos, o destino mais certo para o que você não vai mais utilizar é a doação. Muitas instituições filantrópicas podem estar precisando do que você tem, para ajudar na educação de crianças carentes. Em última instância, descarte o material corretamente em postos de reciclagem.

Fonte : www.ecycle.com

Óculos são recicláveis?

As armações podem ser enviadas para a reciclagem. Já a maior parte das lentes fabricadas no Brasil não é reciclável

Problemas de visão podem aparecer em qualquer idade e é fácil saber quando alguém está precisando de óculos. É muito importante ficar atento aos sinais que o corpo dá. Os mais comuns são dores de cabeça, olhos vermelhos, sensibilidade à luz, dificuldade para focalizar objetos, esforço para enxergar de longe ou de perto. No caso das crianças, além desses sintomas, os pais devem prestar atenção nas notas dos filhos na escola, pois muitas vezes notas baixas podem significar que eles não estão enxergando bem e, por isso, têm maus rendimentos.
A consulta ao oftalmologista uma vez ao ano, pelo menos, é muito importante, pois assim é possível diagnosticar e tratar doenças previamente, evitando que elas se agravem.  Mesmo que a sua visão seja perfeita ou use corretamente óculos, as receitas mudam e problemas oculares podem aparecer repentinamente. As últimas estimativas mundiais indicam que 285 milhões de pessoas sofrem de alguma deficiência visual. Desse total, 39 milhões são cegas. Especialistas alertam que 80% dos casos mais graves podem ser evitados, quando tratados precocemente.
Os óculos de sol também são importantes porque protegem os olhos dos raios ultravioletas, que podem causar ou acelerar diversas doenças oculares, e dos raios intensos do sol (UVB), que podem queimar a córnea e provocar uma cegueira temporária. Eles também evitam rugas na região próxima aos olhos, entre outros benefícios.
Do que são feitos?
Agora que você já sabe por que usar óculos, vamos à composição. Normalmente, eles são feito de: acetato, acetato de celulose, propionato de celulose, náilon, kevlar, fibras de carbono e de vidro, policarbonato e resina epóxi - todos esses materiais são alguns dos polímeros utilizados na fabricação das armações e são escolhidos de acordo com as características que se deseja que o produto final tenha. A maioria desses polímeros é termoplástica, pois eles precisam ser moldados com frequência na troca das lentes.
Há, no mercado, alguns modelos com matérias-primas recicladas, como com madeira reutilizada e com o plástico protetor feito de fibras de garrafas PET (veja mais aqui e aqui).
Cuidados com os óculos
Os óculos são peças frágeis e, por isso, demandam alguns cuidados. Os principais são:
-Utilize as duas mãos para colocar e retirar os óculos do rosto, para que o ajuste da armação seja mantido por mais tempo;
-Limpe as lentes com pano de microfibra, que, geralmente, vem junto com os óculos e é vendido nas óticas;-Não apoie os óculos com a lente virada para baixo sobre uma superfície, para evitar arranhões.

E a reciclagem?
As armações, quando de aço, podem ser enviadas para a reciclagem. Para isso, contate a fabricante dos seus óculos e peça instruções sobre o modo como você deve proceder para tal finalidade. Existem também muitas instituições que coletam as armações, reformam e distribuem para milhares de pessoas que não têm condições de comprar seus óculos e melhorarem a visão.
Já as lentes são de difícil reciclagem, devido aos inúmeros polímeros que as constituem. Grande parte dos polímeros não se separa manualmente e a separação mecânica nem sempre é eficaz, o que dificulta o processo de reciclagem, que depende, essencialmente, da pureza dos materiais.
De qualquer forma, caso tenha sido feito o contato para descarte da armação com o fabricante, questione a respeito da destinação das lentes. E em último caso, mantenha os óculos antigos guardados para usar no caso de haver algum imprevisto com os mais novos.

Fonte : www.ecycle.com

Reciclagem de plástico no Brasil

Cada brasileiro consome, em média, aproximadamente 30 quilos de plástico reciclável por ano, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Em 2010, de acordo com anuário do setor químico da entidade, foram consumidas no país cerca de 5,9 mil toneladas de plástico, o que representa 50% a mais do que há dez anos. Segundo levantamento feito pela entidade em 350 cidades que concentram quase metade da população urbana brasileira, 42% do lixo do país não receberam uma destinação adequada no ano passado. Ao todo, foram 23 milhões de toneladas de lixo levadas para lixões ou aterros controlados, que não são ambientalmente apropriados.
Paradoxalmente no Brasil a reciclagem funciona como um depósito para onde se encaminham produtos ainda utilizáveis ou mesmo materiais reutilizáveis em processos de reciclagem parcial. A reciclagem parcial consiste em reprocessar resinas plásticas sem contaminantes e reconduzí-la ao mercado na forma de produtos diversos, de utilidade doméstica a peças industriais.
Porém esse tipo de reciclagem não é compreendido pelos governantes que estimulam o trabalho de catadores em lixões ou aterros onde pessoas em subemprego catam materiais para revendê-lo à indústria que reprocessa esses materiais sem conhecimento do público.
Existe a possibilidade de cerca de 70% do lixo doméstico ser reaproveitado na fabricação de produtos plásticos destinados ao uso doméstico na forma de utilidades domésticas incluindo aí; itens que podem entrar em contato com alimentos levando potenciais contaminantes à mesa do consumidor.
Por outro lado, a manutenção de estrutura de cooperativas de catadores estimula a permanência das pessoas no subemprego e alimenta um mercado paralelo de sucatas onde empresas de grande porte buscam materiais a preço simbólico e a revenda desses materiais com valores próximos do plastico virgem.
O aterro sanitário surge como opção assim como a geração de energia utilizando-se desses materiais combustíveis ( plástico, madeira e papel ), podendo se tornar fonte de energia a abastecer metrópoles a um custo por Kw/H menores que os praticados pelas concessionárias de energia.
Para aterros sanitários, em que existem sistemas para evitar contaminação de água e solo, foram levadas 31 milhões de toneladas de lixo.1 O fungo, nativo da amazônia, Pestalotiopsis microspora, pode alimentar-se de plásticos produzidos à base de poliuretano.2 3

Fonte : Wikipédia

Como fazer reciclagem de papel

  • Etapa 1: Corte os papéis que deseja reciclar. Coloque em uma bacia com água. Deixe descansar por 24 h.
  • Etapa 2: Mexa essa mistura ou bata no liquidificador.
  • Etapa 3: Seque pondo em redes.Prense se quiser.
  • Etapa 4: Ponha essas redes para secar no sol.
  • Dica: Se quiser papéis coloridos use corante na cor desejada durante a "Etapa 1".

Fonte : Wikipédia

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